domingo, 8 de junho de 2008

As famílias religiosas - 2a. parte

O surgimento das comunidades religiosas na Igreja Católica

Os Beneditinos, Dominicanos, Franciscanos, Jesuítas, Agostinianos e tantas outras comunidades (famílias) religiosas na Igreja existem pois é resultado da moção do Espírito nas circunstâncias da história humana.

Desde o começo da Igreja houve indivíduos que, inspirados pelo Evangelho de Jesus, se tornaram discípulos do Salvador. O discipulado é expresso de diversas maneiras por causa da personalidade única de cada um, de circunstâncias históricas inequívocas e de necessidades específicas.

Os fundadores/inspiradores das grades comunidades (=famílias) religiosas – Benedito, Domingo, Francisco de Assis, Ignácio de Loyola e Agostinho de Hipona, só para citar alguns – tiveram um carisma atraente e significativo o suficiente para agregar seguidores.

Alguém comparou as comunidades religiosas com um buquê de flores. As flores são representativas dos ensinamentos do Evangelho e são as mesmas para todo mundo. Mas para cada pessoa que for dada o ramalhete de flores vai organizá-lo em um vaso de maneira diferente, criando assim um arranjo único tendo como ponto de partido material o mesmo material básico. Acontece o mesmo com as famílias religiosas.

As diferenças nas famílias religiosas fazem com que cada uma complemente a outra e assim a riqueza da Igreja é enorme. Praticar diferentes funções e atender a diversas necessidades do Povo de Deus é similar à analogia do Corpo de Cristo empregada por São Paulo. Nela, os diferentes membros trabalham para o bem comum, embora cada um preste um serviço variado.
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Acesse o site da Província Santa Rita de Cássiae
e conheça melhor a família agostiniana recoleta:
www.santarita-oar.org.br



fraternalmente, frei Mason

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