
As diferenças entre as famílias religiosas
Historicamente, uma das primeiras distinções entre os religiosos aconteceu entre os que escolheram viver sozinhos como eremitas (anacoretas) e os que preferiram viver em comunidade (cenobitas). Com o passar do tempo, na história da Igreja, o que prevaleceu foram os que viviam em comunidades (os cenobitas).
Entre os religiosos que vivem em comunidades, a diferença mais significante se encontra entre os que são contemplativos e os que levam uma vida mais ativa, num equilíbrio entre oração e ministério. Não é uma questão se ou um ou outro estilo de vida: toda comunidade deve estar engajada em oração e ministério. Algumas comunidades, no entanto, dão mais ênfase em um dos aspectos, contemplativo ou ativo.
A comunidade dos Trapistas é um exemplo de uma das famílias religiosas mais antigas em que a ênfase maior de suas atividades está na contemplação; um dos primeiros exemplos de vida ativa é a família religiosa dos Jesuítas, que passam a maior parte de seu tempo em ministérios como o ensino e trabalho missionário.
Os Agostinianos Recoletos se encaixam entre estes dois estilos de vida em comunidade religiosa. Eles dão ênfase tanto à oração quanto à vida ministerial. O Papa Paulo VI uma vez chamou os Agostinianos Recoletos “Apóstolos Contemplativos”.
O estilo de vida (mais contemplativa ou apostólica) influencia outras distintas qualidades e qualificações de uma comunidade religiosa. A maneira de se vestir, as obrigações dentro da comunidade e a interação da comunidade com os fiéis leigos são algumas das maneiras de se expressar e viver essas distinções.
Contudo, contemplativos e ativos trabalham em conjunto para a construção do Reino de Deus.
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fraternalmente, frei Mason
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